O presente artigo procura explorar as origens da música na catedral de Córdoba desde que foi consagrada como templo cristão, bem como o surgimento e consolidação dos grupos e ministros que tocam diariamente o canto gregoriano na missa católica e nas diversas horas do ofício divino e, extraordinariamente, a polifonia nas grandes solenidades litúrgicas, tendo como ponto de partida a própria instituição do vestíbulo da catedral que torna possível esta realidade sonora. Por outro lado, indagámos nos primórdios da prática musical instrumental desde as primeiras notícias alusivas à presença do órgão e à participação do primeiro grupo de menestréis na solenidade dos serviços religiosos, para acabar por expor a opinião sobre a capela de música que seus contemporâneos tiveram
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